Robson Pereira de Souza (foto em destaque), de 38 anos, morreu após ser baleado, na noite desse domingo (27/9), no bairro Brasilândia, zona norte de São Paulo. A Polícia Civil investiga uma possível relação do atentado com um fato atribuído à vítima, ocorrido em 2025, quando um prédio em construção desabou no bairro Cachoeirinha.Robson era o responsável pela edificação. Na época, duas pessoas ficaram feridas.O ataque desse domingo foi na Rua Acióli, quando a vítima e a esposa confraternizavam com amigos em um bar. Um homem surgiu armado e atirou contra Robson.A Polícia Militar localizou câmeras que flagraram o atirador chegando em uma moto, parando próximo ao bar e caminhando na direção da vítima. O homem permaneceu com capacete e foi visto tanto pela esposa da vítima como por outras pessoas que estavam no bar. As imagens não foram disponibilizadas para a reportagem.O atirador fugiu depois do crime.A vítima foi encaminhada ao Hospital da Vila Nova Cachoeirinha, mas acabou morrendo. Leia também São PauloHomem morto na frente dos filhos não reagiu e entregava aliança, diz esposa São PauloHomem chama resgate para namorado e acaba preso por suspeita de homicídio São PauloPolicial penal é preso por suspeita de matar a esposa na frente da filha Alfredo HenriqueRota terá de entregar câmeras após réu do caso Pimentel alegar tortura Ameaças e desabamentoNa delegacia, a esposa de Robson negou ter ciência sobre supostas ameaças que ele pudesse estar sofrendo. Ela disse que o companheiro era autônomo e trabalhava com a venda de cabelos.A polícia, contudo, a questionou sobre um crime ligado a ele, ocorrido em fevereiro de 2025. Na ocasião, um prédio desabou sobre outros imóveis na zona norte da capital paulista.8 imagensFechar modal.1 de 8Reprodução/SBT2 de 8Reprodução/SBT3 de 8SP: edificação desaba e deixa homem com fratura exposta na zona norteReprodução/SBT4 de 85 de 86 de 87 de 88 de 8Antes de desabar, a Prefeitura de São Paulo já havia embargado por causa de irregularidades.Apesar de saber que o marido foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e há ações reivindicando indenização pelo episódio, a mulher respondeu que o marido não pagou nenhum tipo de ressarcimento. A ação segue em andamento na Justiça.O caso segue sob investigação.














