Uma ex-funcionária de uma instituição de caridade no Reino Unido processou a empresa após ter um pedido de folga negado para ir a um festival de música. Sarah Sadler chegou a afirmar que o evento tinha um significado espiritual e fazia parte de uma crença filosófica para ela, mas acabou perdendo o processo.Segundo o jornal The Independent, em dezembro de 2023, Sadler pediu três dias de férias para participar do Festival 2000 Trees, que seria em julho de 2024. A empresa negou o pedido porque não havia ninguém para substituí-la.Na ação judicial, Sadler afirmou ter uma “crença genuína na importância da comunidade, do apoio mútuo, da autenticidade, da inclusão e da responsabilidade compartilhada” que o festival promove.O tribunal, no entanto, rejeitou o processo, afirmando que a crença não era protegida pela legislação e que parecia mais uma “escolha de estilo de vida”.Além do processo relacionado ao festival, Sadler também entrou com uma ação por discriminação por deficiência. De acordo com o jornal, a funcionária já havia enfrentado um câncer, e a empresa tinha conhecimento do seu histórico de saúde e também de que ela sofria de transtorno de estresse pós-traumático. Em janeiro de 2024, Sadler precisou passar por uma cirurgia de emergência na vesícula biliar. Ela ficou afastada do trabalho até o mês seguinte e afirmou que, durante esse período, sofreu pressão para voltar às atividades. O tribunal também rejeitou as alegações e ela foi demitida em junho de 2024, após não comparecer a uma reunião sobre o caso.Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp






