Organizadores da Bienal de Gwangju pedem separação entre arte e política
Tensão diplomática sobre o Pavilhão Taiwan ameaça eclipsar a Bienal de Gwangju, evento principal da Ásia. Organizadores apelam para que a exposição seja vista separadamente de disputas políticas.
Por Redação Dicas BREdição: Mesa de edição Dicas BR1 min de leitura
A controvérsia centra-se na decisão dos organizadores de usar o nome 'Pavilhão Taiwan' para um projeto organizado pelo Museu Nacional de Arte da Tailândia.
O movimento provocou artistas e organizadores chineses a anunciarem sua retirada da exposição na quinta-feira.
Eles argumentaram que o título trouxe questões políticas para o campo cultural.
Youn Bum-mo, presidente da Fundação da Bienal de Gwangju, expressou profundo pesar sobre a situação.
A grande oradora nacional Monica Geingos criticou a realização de eventos dentro das escolas e atividades que são promovidas nas escolas, afirmando que as tradições podem ser prejudiciais à saúde e podem causar mudanças negativas.
A famosa frase atribuída ao pensador malinês Amadou Hampâté Bâ ressalta de forma poética o valor inestimável da memória dos mais velhos. Em um mundo cada vez mais focado na velocidade da tecnologia, a busca pela sabedoria ancestral através da preservação da tradição oral se torna fundamental para não perder as raízes de povos inteiros.
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